segunda-feira, 18 de abril de 2011

Quando eu contemplo a maravilhosa cruz (When I survey the wondrous cross)

When I survey the wondrous cross

When I survey the wondrous cross/ On which the Prince of glory died,/ My richest gain I count but loss,/ And pour contempt on all my pride.

Forbid it, Lord, that I should boast,/ Save in the death of Christ my God!/ All the vain things that charm me most,/I sacrifice them to His blood.


See from His head, His hands, His feet,/ Sorrow and love flow mingled down!/ Did e’er such love and sorrow meet,/ Or thorns compose so rich a crown?


Were the whole realm of nature mine,/That were a present far too small;/ Love so amazing, so divine,/ Demands my soul, my life, my all.



Isaac Watts (1674-1748) nasceu em Southampton, Inglaterra, e foi o filho mais velho dos nove de um professor que sofreu muita perseguição por sua fé. Quando Isaac nasceu, ele encontrava-se aprisionado.


Mais tarde na vida, Isaac determinou-se a ensinar um hino de sua autoria a cada domingo na igreja, e o fez por dois anos consecutivos. Muitos dos seus "Hymns and Spiritual Songs", publicado em 1701-09, foram escritos durante esse período de sua vida.


Foi pastor em Londres, mas sua saúde precária fez com que se retirasse da Mark Lane Chapel. Foi considerado "o pai dos hinos modernos". Um busto em sua memória encontra-se na Abadia de Westminster, em Londres.


Companion to the Song Book

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História:


Quando William Booth, fundador do Exército de Salvação, e sua comitiva visitaram a Terra Santa, em março de 1905, foram proibidos pelas autoridades muçulmanas de celebrar reunião ou mesmo de cantar no Monte Calvário. Desfraldaram somente a bandeira salvacionista naquele lugar e recitaram este hino, lembrando a maravilhosa cruz de Jesus Cristo.


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Abaixo, uma tradução um tanto literal do famoso hino:


Se o leitor conhecer o hino em português, por favor, comunique-me colocando um comentário após esta postagem.


Quando eu contemplo a maravilhosa cruz, na qual o Príncipe da glória morreu, meu ganho mais rico eu reduzo a perda e faço derramar todo o meu orgulho.


Proíba, Senhor, que eu me glorie, a não ser na morte de meu Cristo, meu Deus! Todas as coisas que me encantam mais, eu as sacrifico ao Seu sangue.


Veja Sua fronte, Suas mãos, Seus pés; deles a dor e o amor fluem juntos! Podem tal amor e dor estar unidos, ou espinhos compor tão rica coroa?


Toda a minha natureza, é um presente muito insignificante; Amor tão surpreendente, tão divino, exige minha alma, minha vida, meu tudo.



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Link


Os interessados podem tentar ouvi-lo através do YouTube.


Próxima postagem:


A história do "Porque Ele vive, posso crer no amanhã"


3 comentários:

  1. Muito Obrigado por um blog como este. Gostei e quero animar o Sr. a continuar postando.

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  2. Obrigado, Timóteo, pelo incentivo! Feliz Páscoa!

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